Tentativas de "Obras de Arte"
Entrem, espreitem e comentem... Espero que gostem!
Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Bolo Rei!
Este ano é altura de os doces natalícios, mas irão ser caseiros.
Juntou-se a mãe e filha, ambas com alguns conhecimentos para partilhar uma com a outra.
Como a confecção de um bolo rei demora tempo e tem várias etapas, elas foram dividindo tarefas.
A conclusão foram 2 bolos reis lindos!
Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011
Encomendas!
Aceitam-se encomendas de bolos de aniversário, outros tipos de bolos e sobremesas, salgados (folhados, empadas)!

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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011
Domingo, 2 de Janeiro de 2011
Tarte Cremosa de Chocolate
Base:
-comprar massa quebrada já feita
-massa própria para esta tarte:
Massa:
400gr farinha
150gr açúcar em pó
150gr manteiga(à temperatura ambiente)
4 gemas
2/3 colheres sopa de água gelada (tem mesmo de ser gelada!)
essência de baunilha
-Bata o açúcar + manteiga + gemas + baunilha até ficar cremoso.
-Junte a farinha e uma a uma as colheres de água gelada.
-Faça uma bola e embrulhe a massa em papel alumínio e leve ao frio +/- 30min.
(Daqui para baixo o processo é igual seja com massa comprada ou feita em casa)
-Estique a massa fininha e coloque-a a na tarteira.
-Tape com papel de alúminio e coloquei feijões.
-Leve ao forno a cozer a 190ºC durante 15minutos.
Recheio:
-400gr de chocolate
-5 ovos
-100gr de açúcar em pó
- rum q.b.
-margarina
Bate-se as claras com metade do açúcar em pó.
Bate-se as gemas com o restante açúcar até ficar uma massa esbranquiçada.
Derrete-se o choc. com a margarina, em banho-maria.
Junta-se ao choc. as natas e o rum.
Em seguida junta-se o preparado do choc às gemas.
Por fim, envolver as claras batidas em castelo.
-Retire os feijões e o papel alumínio.
-Encha a tarte com o creme e leve a cozer a 180ºC durante +/- 20min. (O objectivo é que a crosta que se forma não estale, caso aconteça pode retirar a tarte do forno.)
- Polvilhe com açúcar em pó no fim de fria.
Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010
Olá! :)
Este blog tem estado parado, mas prometo que vai melhorar e já depois de Natal.
Para além de receitas de bolos e bonecos vai passar a ter fotografias de alguns pratos e algumas receitas também, irá ser um blog mais abrangente e espero que actualizado mais regularmente!
Desejo desde já um Feliz Natal, cheio de amor e quentinho e um óptimo começo de Ano Novo(2011) !!!
Beijinhos Grandes,
Irina
Quarta-feira, 14 de Julho de 2010
Tarte Capuccino
É uma tarte fesca, para os dias mais quentes de verão!
20 pacotes de bolinhos de amêndoa
2,500kg margarina bolo-rei
400ml de água
Tritura-se os pacotes de bolinhos de amêndoa.
Na batedeira coloca-se os bolinhos triturados e a margarina.
E junta-se a água até ter uma consistencia para moldar.
Recheio
900gr de chocolate 805 ou 811 (51%)
3 chávenas de chá cheias de café bem quente
12 folhas de gelatina
400gemas
300gr de açúcar amarelo
2litros de natas
Demolhar as folhas de gelatinas.
Derreta o chocolate.
Misture as folhas de gelatina no café para derreter e junte ao chocolate.
Bata as gemas com o açúcar. E junte ao café.
Bata as natas e misture ao preparado anterior.
Recheio para 3 formas.
Tarte Capuccino
Base:20 pacotes de bolinhos de amêndoa
2,500kg margarina bolo-rei
400ml de água
Tritura-se os pacotes de bolinhos de amêndoa.
Na batedeira coloca-se os bolinhos triturados e a margarina.
E junta-se a água até ter uma consistencia para moldar.
Recheio
900gr de chocolate 805 ou 811 (51%)
3 chávenas de chá cheias de café bem quente
12 folhas de gelatina
400gemas
300gr de açúcar amarelo
2litros de natas
Demolhar as folhas de gelatinas.
Derreta o chocolate.
Misture as folhas de gelatina no café para derreter e junte ao chocolate.
Bata as gemas com o açúcar. E junte ao café.
Bata as natas e misture ao preparado anterior.
Recheio para 3 formas.
Domingo, 2 de Maio de 2010
Bolo de Casamento
Bem e ontem foi o dia do tal Bolo de Casamento.
Mas aqui ficam as fotos do meu primeiro bolo de andares, nunca experimentei fazer tal obra de arte e para mim este são saiu perfeito, mas as pessoas foram simpáticas e diziam que tinham gostado! Infelizmente eu não partilhava a mesma opinião.
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O Bolo era de mel e noz. É um bolo um pouco seco, e o meu querido forno fez o favor de me pregar partidas, ou seja, queimou-me alguns bolos por fora, abateu-me outros....enfim.
Tive de fazer 2 semi-frios, 1 brownie, bola de carne e dentro destes que fiz apenas os semi-frios(que não foram ao forno, claro) e o brownie saíram bem, de resto abateu tudo por causa do forno.
Penso que o meu "querido" forno não gosta de trabalhar, pois se cozer vários bolos de seguida ele abate-me os bolos a partir do 2º bolo. Ou seja agora tenho de fazer 1 bolo e depois desligar o forno para arrefecer, etc. Não houve grandes condições para trabalhar.
Mas aqui ficam as fotos do meu primeiro bolo de andares, nunca experimentei fazer tal obra de arte e para mim este são saiu perfeito, mas as pessoas foram simpáticas e diziam que tinham gostado! Infelizmente eu não partilhava a mesma opinião.
Domingo, 21 de Fevereiro de 2010
História dos Bolinhos de Bacalhau
Originários da região Minhota, sobretudo do litoral, tornaram-se num acepipe muito apreciado em todo o país.A pesca do bacalhau por pescadores nortenhos deu origem a uma harmoniosa
ligação entre o bacalhau e a Gastronomia Portuguesa, Pela sua quantidade. qualidade e preço módico tornou-se muito procurado por todas as camadas sociais, sobretudo as mais desfavorecidas.
Com ingredientes característicos das zonas rurais minhotas, fazem parte obrigatória da ementa natalícia, com a curiosa variante de acrescentar 1 cálice de vinho do Porto, … receita tradicional, adquirindo uma roupagem mais festiva.
Nas receitas antigas eram habitualmente acompanhados de arroz de bacalhau. de tomate ou de grelos. Hoje em dia, são comidos como entrada ou acompanhados por salada de feijão-frade ou de alface, pepino e tomate.
Considerados um petisco, do agrado de todos, quentes ou frios, viram a sua fama estender-se ao resto do país, nomeadamente na cidade de Lisboa, pela mão de minhotos com casas de pasto na cidade, passando a adquirir o nome de "Pastéis de Bacalhau", designação por que são mais conhecidos, no Sul do país.
A fórmula definida na receita actual data de 1904, do livro de Carlos Bento da Maia 'Tratado de Cozinha e Copa ': embora no ano anterior 1. M. Sonsa Pereira, em "Cozinha Moderna", os referisse, mas com a particularidade de serem fritos em "manteiga de porco". "Bacalhau feito em bolinho", receita do Visconde de Vilarinho e S. Romão (1841, "Arte do Cozinheiro e do Copeiro"). não trata dos afamados bolinhos de bacalhau, mas de pataniscas.
Retirado de " A Cultura Gastronómia em Portugal"
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história
Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
História das Amêijoas à Bulhão Pato
História das Amêijoas à Bulhão PatoBulhão Pato foi um escritor do Séc. XIX que memorializou com uma grande paixão vivencial a vida portuguesa da sua época, através de um quotidiano passado nas mesas de cafés e restaurantes da capital, onde mantinha acaloradas discussões com proeminentes figuras publicas das artes e da politica nacional, sobretudo através de uma prosa literária, que o tornaram bastante popular nessa época em que se assistia aos acontecimentos revolucionários da "Maria da Fonte".
Gostava de caçar e era grande amante da arte gastronómica, como o comprovam algumas receitas que nos deixou escritas no célebre: "Cozinheiro dos Cozinheiros", do mestre Paulo Plantier, a pedido do mesmo.
Mas foi sobretudo um grande apreciador dos prazeres da mesa e da vida, pos, segundo reza a história, para além de afamado gastrónomo, era muito admirado pelo sexo oposto.
Foi frequentado das mais famosas casas de Lisboa do Século passado, como o "Price", o "Penium" e o "Mata", mas terá sido, segundo Alfredo de Morais, num restaurante da Rua da Bela da Rainha (actualmente Rua da Prata), mais precisamente no "Estrela de Ouro", que nasceu esta receita com o nome do escritor.
Não foi invenção sua, mas sim de um cozinheiro que aproveitou para o homenagear enquanto bom apreciador deste prato, provavelmente como forma de agradecimento aos elogios que Bulhão Pato proferia às suas confecções culinárias. Estes bivalves eram na época muito apreciados, constituindo uma iguaria bastante requintada para as mesas dos lisboetas.
Existiam no Tejo, com a notícia, desde o Séc. XVI, de serem apanhadas em Porto Brandão e vendidas nos mercados de Lisboa, onde eram consumidas em grande quantidade.
Mas foi sobretudo um grande apreciador dos prazeres da mesa e da vida, pos, segundo reza a história, para além de afamado gastrónomo, era muito admirado pelo sexo oposto.
Foi frequentado das mais famosas casas de Lisboa do Século passado, como o "Price", o "Penium" e o "Mata", mas terá sido, segundo Alfredo de Morais, num restaurante da Rua da Bela da Rainha (actualmente Rua da Prata), mais precisamente no "Estrela de Ouro", que nasceu esta receita com o nome do escritor.
Não foi invenção sua, mas sim de um cozinheiro que aproveitou para o homenagear enquanto bom apreciador deste prato, provavelmente como forma de agradecimento aos elogios que Bulhão Pato proferia às suas confecções culinárias. Estes bivalves eram na época muito apreciados, constituindo uma iguaria bastante requintada para as mesas dos lisboetas.
Existiam no Tejo, com a notícia, desde o Séc. XVI, de serem apanhadas em Porto Brandão e vendidas nos mercados de Lisboa, onde eram consumidas em grande quantidade.
Retirado de " A Cultura Gastronómia em Portugal"
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história
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
Quiches, Empadas e Mini Bolas
Ontem e hoje foi dia de fazer empadas e algumas quiches, para quando a vontade de fazer o jantar é pouca, descongela-se e coze-se!
Fiz mini quiches de:
-Tomate e Mozzarela

-Frango e Presunto
- Vegetariana (beringela, courgette e tomate)
Chegou a vez das empadas!Fiz apenas de 2 sabores: frango e outras de atum.
Esqueci-me de frisar uma coisa de última hora! As mini Bolas ficaram adiadas por ter levado um ralhete do género: não faças mais nada disso hoje! Já são muitas!
Depois sim quando as fizer coloco-as num post!
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